Ato no Capitólio é investigado e serve de alerta para Brasil, que em 2022 passa por eleições presidenciais e deve enfrentar ataques de Bolsonaro ao processo eleitoral
Nesta quinta-feira (6), completa um ano desde que apoiadores de Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos, invadiram o Capitólio, em Washington DC.

O ato buscava impedir a certificação dos votos da eleição presidencial, uma formalidade estadunidense que confirmaria a vitória de Joe Biden.
Momentos antes daquilo que se tornou um grande confronto entre civis e policiais dentro e fora do Congresso dos Estados Unidos, Trump discursou a milhares de seguidores alegando fraude no processo eleitoral e que não aceitaria a derrota.
Autoridades ainda investigam a invasão e buscam apontar os responsáveis, as motivações e os financiadores.
Além de Donald Trump, que incitou a rebeldia dos seus apoiadores e nada fez para tentar freá-los, são também investigados nomes como Steve Bannon e Mark Meadows, respectivamente ex-estrategista e ex-chefe de Gabinete de Trump.
A invasão do Capitólio deixou cinco mortos e dezenas de feridos e entrou para a história dos EUA por mostrar a fragilidade da democracia americana, autoproclamada e vista por muitas como indestrutível. Relembre no nosso fio estas e outras informações sobre o episódio:
Relembre o 6 de janeiro de 2021 nos EUA pic.twitter.com/nHx6L2lBtg
— Diálogos do Sul Global (@dialogosdosul) January 6, 2022
* Texto publicado originalmente em Diálogos do Sul Global.